Com a Lua entrando em Leão, o brasileiro não deve contar com surpresas nesta sexta-feira, Geddel Vieira Lima continua Disparado Nas pesquisas, Esporte Clube Bahia tem chances de ganhar o campeonato Baiano, População Aplaude de pé a coordenadora da CIRETRAN de Cachoeira,O povo sempre em primeiro Lugar,Ex- Governador José Roberto Arruda se arrepende e Chora, Vereadores de Cachoeira Continuam Apresentando Projetos A população,Papai Noel Existe,Ninguém se Vende,O político sempre pensa no povo,Ninguém quer ser Prefeito, A crise acabou, Cocada de feijão chega ao Mercado, Júpiter e Saturno amanheceram de mau-humor e decidiram antecipar o inferno astral do brasileiro.
Ainda bem que eu não acredito em horóscopo.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Playboy divulga primeira foto do ensaio nu de rainha da Mangueira

Renata Santos é a capa de fevereiro da 'Playboy' e, nesta quinta-feira (04), a revista divulgou a primeira foto do ensaio da rainha de bateria da Mangueira.
Com o bumbum à mostra, a moça mostra que está com tudo em cima para o carnaval. As fotos foram realizadas em Santa Tereza, no Centro do Rio, e o responsável pelos cliques foi o famoso fotógrafo J.R Duran.
“O Duran me deixou muito tranqüila e me elogiou pelo fato de eu não ter nada mexido no corpo. Estava um pouco insegura no começo por não ter silicone”, contou Renata, que ao ser anunciada para o posto de rainha da verde-e-rosa, cogitou aumentar os seios.
Jobim nega acordo para compra de caças franceses Rafale
BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, negou nesta quinta-feira que o país chegou a um acordo para comprar caças Rafale da francesa Dassault.
Jobim, que falou durante balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Brasília, disse que o processo de escolha ainda não está definido.
"Não está definida a compra dos caças. O procedimento está em andamento no Ministério da Defesa. A notícia não tem fundamento", disse o ministro, quando indagado por um jornalista, sobre reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo afirmando que o governo teria se decidido pela compra do Rafale.
De acordo com o jornal, o acordo teria sido fechado após o governo brasileiro ter conseguido uma queda no preço dos caças franceses. A redução seria de 2 bilhões de dólares, passando de 8,2 bilhões para 6,2 bilhões, segundo a reportagem.
Ainda assim, o negócio com a Dassault sairia mais caro do que os 5,7 bilhões de dólares propostos pela Boeing, que oferece o F-18 Super Hornet, e os 4,5 bilhões de dólares da Saab, que está na disputa com o caça Gripen NG, de acordo com o jornal.
O acordo envolve, inicialmente, a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). No futuro, o lote pode chegar a 120 aeronaves.
A representação da Dassault no Brasil informou que a empresa não se manifestará enquanto não houver um pronunciamento oficial do governo.
A Aeronáutica, que fez um estudo técnicos sobre os três modelos e teria apontado no começo do ano predileção pelos caças suecos, informou em nota nesta quarta-feira que "não recebeu qualquer comunicação oficial" sobre o vencedor do processo de seleção dos novos caças multiemprego para a FAB.
Um ministro do governo disse à Reuters em janeiro que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia decidido sobre a compra dos caças Rafale, mas a negociação dependia de uma redução do preço final dos aviões franceses, que seriam os mais caros entre os três concorrentes.
(Reportagem de Fernando Exman)
Jobim, que falou durante balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Brasília, disse que o processo de escolha ainda não está definido.
"Não está definida a compra dos caças. O procedimento está em andamento no Ministério da Defesa. A notícia não tem fundamento", disse o ministro, quando indagado por um jornalista, sobre reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo afirmando que o governo teria se decidido pela compra do Rafale.
De acordo com o jornal, o acordo teria sido fechado após o governo brasileiro ter conseguido uma queda no preço dos caças franceses. A redução seria de 2 bilhões de dólares, passando de 8,2 bilhões para 6,2 bilhões, segundo a reportagem.
Ainda assim, o negócio com a Dassault sairia mais caro do que os 5,7 bilhões de dólares propostos pela Boeing, que oferece o F-18 Super Hornet, e os 4,5 bilhões de dólares da Saab, que está na disputa com o caça Gripen NG, de acordo com o jornal.
O acordo envolve, inicialmente, a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). No futuro, o lote pode chegar a 120 aeronaves.
A representação da Dassault no Brasil informou que a empresa não se manifestará enquanto não houver um pronunciamento oficial do governo.
A Aeronáutica, que fez um estudo técnicos sobre os três modelos e teria apontado no começo do ano predileção pelos caças suecos, informou em nota nesta quarta-feira que "não recebeu qualquer comunicação oficial" sobre o vencedor do processo de seleção dos novos caças multiemprego para a FAB.
Um ministro do governo disse à Reuters em janeiro que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia decidido sobre a compra dos caças Rafale, mas a negociação dependia de uma redução do preço final dos aviões franceses, que seriam os mais caros entre os três concorrentes.
(Reportagem de Fernando Exman)
ALELUIA PROMETE OBSTRUÇÃO DA PAUTA DO PRÉ-SAL

O vice-líder democrata na Câmara dos Deputados, José Carlos Aleluia (DEM-BA), prometeu ao governo Lula que se esforçará junto com seus pares para obstruir a pauta de votações das propostas que regulamentam o regime de partilha na exploração do pré-sal. De acordo com o parlamentar, as propostas são inaceitáveis do ponto de vista da oposição e que, se depender dos adversários, não haverá aprovação de nenhum projeto. “Não há acordo com governo corrupto, que usa a máquina pública para fazer campanha antecipada de sua candidata”, desafiou. Para Aleluia, a postura da administração petista é autoritária e, a menos que seja mudada, não haverá votações.
Fonte: Bahia N
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Secretário fala sobre vacina contra meningite C

A partir desta quarta-feira (3), crianças de 2 meses a 4 anos e 11 meses de idade começam a ser vacinadas de graça contra meningite C. Nesta etapa, a vacinação estará disponível em 16 municípios: Salvador, Camaçari, Candeias, Conde, Dias D´ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Santo Amaro, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Saubara, Simões Filho e Vera Cruz.
Serão 231 postos e a meta é imunizar 299 mil crianças. No ano passado, em toda a Bahia, foram registrados 193 casos de meningite C, com 49 mortes. Em Salvador, foram 106 casos e 26 mortes.
Este ano, três pessoas já morreram com a doença no estado: em Salvador, Saubara (no Recôncavo), e em Iraquara (na Chapada). Dezenove casos foram registrados, dez deles na capital.
O secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla, participou ao vivo do Jornal da Manhã desta quarta-feira. Confira trechos da entrevista:
Por que essa vacinação não vai ser em todos os 417 municípios da Bahia?
‘É importante chamar atenção que essa vacina não é produzida no Brasil. São três indústrias que produzem no mundo. Ela é importada e a aquisição que o governo está fazendo, de forma pioneira, está sendo entregue por lotes. Já recebemos 175 mil lotes e até o final do mês de abril a indústria estará entregando lotes quinzenais’.
Por que cidades como Iraquara, onde houve casos, não foram incluídas na lista?
‘Porque a concentração maior dos casos é em Salvador e Região Metropolitana. Ano passado, mais de 60% da ocorrência se deu na capital do estado e é onde houve uma ampliação da ocorrência da doença no ano passado’.
Quanto tempo vai durar esse trabalho de vacinação? É preciso que haja pressa da população para chegar aos postos de saúde?
‘É importante chamar a atenção que nós estamos começando hoje a vacinação. O estado está adquirindo doses suficientes para vacinar toda a população na faixa etária preconizada. Não precisa ser hoje, nem amanhã. A vacinação está começando hoje e vai continuar durante todos os demais dias nas salas de vacina. São 231 postos nos municípios da região metropolitana’.
A pressa não seria em função do Carnaval?
‘Não há motivo para que seja feita essa procura imediata em função do carnaval. A partir de março vamos estender a vacinação para outras regiões, mas isso não quer dizer que vai parar necessariamente na região metropolitana. Ela só vai deixar de ser feita quando for alcançada a meta, que é vacina em torno de 300 mil crianças na região metropolitana’.
Quem toma essa vacina hoje já estará imunizado na semana que vem, durante o Carnaval?
‘Já começa a fazer efeito nas primeiras horas e leva um tempo para ter uma resposta mais completa. A criança menor de um ano, o sistema imunológico dela não está completamente preparado para ter a resposta de forma adequada… em função disso você faz duas doses nas crianças menores de um ano. As crianças de um ano em diante só precisam tomar uma dose’.
Lançadas novas cédulas de R$ 50 e R$ 100

Foi anunciado, nesta quarta-feira (3), pelo Banco Central, a troca gradual dos modelos de cédulas de Real existentes, no que se chama de 'segunda família' de notas. Segundo o diretor de Administração do Banco Central, Anthero Meirelles, os modelos para as novas cédulas de maior valor (R$ 50 e R$ 100) começam a circular ainda no primeiro semestre deste ano.
Na nova cédula de R$ 100, permanece a garoupa de um lado e a efígie da República, do outro. Na nota de R$ 50, continuam a onça pintada e efígie da República. Os animais, porém, estão na posição horizontal. No modelo atual, aparecem na posição vertical.
O restante das notas – de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20 – começará a entrar gradualmente em circulação até 2012, informou o Banco Central ao G1. Segundo Meirelles, as cédulas novas entrarão no lugar das desgastadas, quando estas forem gradualmente saindo de circulação.
QUEDA EM FUNDO DE PARTICIPAÇÃO GERA DEBATE
O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Roberto Maia, e a prefeita de Conceição do Jacuípe, Tânia Yoshida, viajam nesta quarta-feira (3) a Brasília para participar de uma reunião da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O assunto em debate é a queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que na Bahia teve uma retração média de 24,5%. Algumas cidades, especialmente as menores, cuja renda é basicamente proveniente dos repasses do FPM, enfrentariam grave crise financeira.
CANSANÇÃO: MORADORES QUEREM ELEIÇÃO NOVA
Após uma batalha judicial ainda sem fim e manutenção do presidente da Câmara de Vereadores no cargo de prefeito, moradores e estudantes da cidade de Cansanção, no nordeste do estado, viajaram a Salvador na noite desta terça-feira (2) para pedir, na porta do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), uma solução para o caso. Segundo os manifestantes, os juízes precisam ser alertados para o fato de que o município está “perdido no tempo”, uma vez que não há gestor eleito e que o chefe da Casa, Rivaldo Pereira, devido ao imbróglio, não consegue administrar nem o Legislativo nem o Executivo. O problema começou quando, em 3 de outubro de 2008, a coligação do prefeito eleito, Jarbas Pereira Andrade, pediu anulação do registro de campanha do candidato. A intenção era que o segundo colocado, Arivaldo Pereira, fosse legitimado vencedor da eleição por acusação de falsidade ideológica contra Andrade.
Boa idéia: Teatro Nos Bairros
Nesta quarta feira sair navegando pela web, naquele momento estava pensando em algo que pudesse ocupar jovens e adolescentes do nosso município (Cachoeira), ai lembrei-me de teatro, que é muito interessante, e em nossa cidade existem muitos jovens com talento.
Busquei no Google teatro nos bairros, achei diversos municípios com esse projeto, inclusive municipios com o mesmo número de habitantes de Cachoeira, que adotaram esta medida, que é levar o teatro aos bairros através da secretaria de cultura e turismo e deu certo, o objetivo do projeto é ensinar a arte cênica nos bairros menos favorecidos, com isso ocupando os jovens e adolescentes e ao mesmo tempo dando oportunidade para os mesmos desenvolverem seus dotes artísticos, fazendo seus moradores se sentirem inclusos na sociedade.
A secretaria De cultura e turismo De Cachoeira já dispõe de um Projeto desses?
Se dispuserem, por que ainda não foi executado?
É salutar um projeto desses em Cachoeira neste momento de risco que muitos jovens e adolescentes se encontram neste momento.
Busquei no Google teatro nos bairros, achei diversos municípios com esse projeto, inclusive municipios com o mesmo número de habitantes de Cachoeira, que adotaram esta medida, que é levar o teatro aos bairros através da secretaria de cultura e turismo e deu certo, o objetivo do projeto é ensinar a arte cênica nos bairros menos favorecidos, com isso ocupando os jovens e adolescentes e ao mesmo tempo dando oportunidade para os mesmos desenvolverem seus dotes artísticos, fazendo seus moradores se sentirem inclusos na sociedade.
A secretaria De cultura e turismo De Cachoeira já dispõe de um Projeto desses?
Se dispuserem, por que ainda não foi executado?
É salutar um projeto desses em Cachoeira neste momento de risco que muitos jovens e adolescentes se encontram neste momento.
cobranças
eleitores cachoeiranos começam a cobrar promessas de campanha de vereadores eleitos,as reclamações são o papo do momento nos quatro cantos da cidade, isto por que muitos deles , prometeram além do que podiam fazer. A obrigação e dever de um vereador é, legislar, criar leis e fiscalizar o executivo e o mais importante é dar atenção as comunidades, a maior cobrança dos eleitores é a falta de presença deles nas comunidades como, virador, alto da rodagem,cucuis, rua da feira e outras localidades para discutir e estabelecer metas e interesse coletivo de todos.
Se as eleições fossem hoje 80% dos vereadores não seriam reeleitos, o povo está cansado e receber porta na cara.
Por que depois da eleição todos desaparecem?
Se as eleições fossem hoje 80% dos vereadores não seriam reeleitos, o povo está cansado e receber porta na cara.
Por que depois da eleição todos desaparecem?
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Dinheiro não é tudo
O ser humano atravessa a vida dedicando-se a evitar sofrimentos e a obter prazeres. A rigor, isso é um instinto também presente nos animais – só que nós sofisticamos à enésima potência esses objetivos e as maneiras de atingi-los. Com nossa inteligência e sensibilidade, fizemos a ciência e a arte, o conforto e o luxo, a religião e a filosofia, e com isso nos diferenciamos na natureza e dominamos o planeta. E, para mediar tudo isso e facilitar a vida, desenvolvemos o dinheiro. Só que, junto com ele, veio muita confusão.
Quando foi inventado, o dinheiro tinha a finalidade de facilitar as trocas. É que, antes de seu surgimento, a única alternativa era o famoso escambo, a prática de trocar um produto ou um serviço por outro. Se um criador de galinhas, por exemplo, precisasse de leite, teria que oferecer ovos ao criador das vacas. A ideia não era má, mas o problema era andar pelo mercado carregando ovos no bolso. Ou, pior, litros de leite.
Então alguém teve a ideia de criar uma espécie de “medida padrão” para todas as coisas, algo que fosse relativamente raro, mas que pudesse ser rapidamente reconhecido e mensurado – como o sal, por exemplo. Durante muito tempo, pedras de sal foram dinheiro. Assim, se 5 litros de leite custavam tanto de sal, o cidadão não precisava levar os ovos, e sim um saquinho cheio de pedrinhas brancas. E essas mesmas pedrinhas poderiam ser trocadas depois por ovos, galinhas, pão, roupas, transporte, moradia ou serviços gerais.
Os empregados, por exemplo, recebiam de seu patrão uma quantidade de sal que lhes permitia atender às necessidades de sobrevivência. Daí a palavra “salário”, que usamos até hoje – e, quando alguma coisa está muito cara, dizemos que seu preço está “muito salgado”. Com o tempo, o sal foi sendo substituído por algo mais prático, como pedrinhas marcadas ou conchas coloridas, só que isso trouxe, claro, a possibilidade da produção indiscriminada dessas unidades de troca. Então alguém teve a ideia de cunhar pedaços de metal, chamados de “moedas”, sob controle das autoridades do Estado – qualquer que ele fosse –, para organizar o valor das coisas e do trabalho de cada um. Da moeda para o papel-moeda, para a conta bancária e para o cartão de crédito foi apenas uma questão de aprimoramento.
Assim, o mundo ficou mais prático. Só que o homem ganhou algo meio difícil de lidar, pois o valor do dinheiro não é só absoluto, é também relativo – o que gera algum desconforto, pois tudo o que é relativo terá grandes variações entre as pessoas, lógico.
Por exemplo: para alguns, o dinheiro vale por seu poder de troca; já para outros, ele é signo de poder. E é aí que reside a confusão, pois, como o valor que as pessoas dão ao dinheiro é tão diferente, não é de se estranhar que tenham surgido confl itos entre elas.
Trocando em miúdos, o dinheiro não é uma coisa boa nem má. O bom e o mau vêm do que é feito com o dinheiro, e não dele mesmo. Até os textos sagrados raciocinam assim. “O amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males”, lemos na Bíblia (1 Timóteo 6:10), que, assim, coloca ordem na casa e desloca o mal do dinheiro em si para o que se faz para obtê-lo e para o que se faz com ele. Mas não se pode negar que há pessoas muito ambiciosas que avaliam os outros por sua capacidade de ganhar dinheiro e que ostentam suas conquistas.
Como conter a ambição? Já vimos que o dinheiro não tem valor em si mesmo, mas vale por aquilo que ele pode proporcionar. Por isso, sua importância é relativizada pelas necessidades e pelos desejos de cada um, o que poderíamos chamar de grau de ambição.
A ambição não é um sentimento ruim, destrutivo, mas pode vir a ser se se transformar em uma obsessão. A ambição pode, inclusive, ser vista como uma espécie de energético existencial, que faz mover as pessoas e o mundo. E não tem uma moral própria – apropria-se da moral do ambicioso, de sua dimensão, de seu próprio propósito e desejo.
Sobre isso, dois livros muito profundos me explicaram alguma coisa. O primeiro é O Capitalismo É Moral?, do filósofo francês André Comte-Sponville, docente da Universidade de Paris. Foi nele ele aprendi que a ambição não é nem moral nem imoral, é amoral.
O autor compara essa qualidade humana com a água que cai das nuvens: “A chuva não é nem boazinha nem malvada, nem moral nem imoral: ela está submetida a leis, a causas, a uma racionalidade imanente que não tem a ver com nossos juízos de valor”.
Em outras palavras, a ambição é tão natural quanto um fenômeno meteorológico; pode ser boa ou ruim, a depender da circunstância, da intensidade e do que fazemos com ela. Só que a ética social lida mais com essa questão, pois valoriza a ambição ao mesmo tempo em que a critica. Como dormir com um barulho desses?
Vamos consultar, então, o segundo livro, A Alma Imoral, do rabino Nilton Bonder, uma sofisticada análise de textos bíblicos e de parábolas judaicas sobre os fatos da vida. Em uma passagem ele conta a história de um homem rico que foi aconselhar-se com um rabino. Logo no início da consulta, quem pergunta é o religioso:
– O que você costuma comer?
– Sou bastante modesto em minhas demandas. Pão, sal e água é tudo do que necessito – respondeu o homem, achando que seria elogiado pela humildade.
– O que você acha que está fazendo?
Deve comer carne e beber vinho como uma pessoa rica [que é].
Mais tarde, os discípulos questionaram a espantosa reação do rabino, que explicou prontamente:
– Até que ele coma carne bovina e beba vinho, não vai compreender que o homem pobre precisa de pão. Enquanto ele se alimentar de pão, vai achar que o pobre pode alimentar-se de pedras. Aquele que não faz uso de todo o potencial de sua vida de alguma maneira diminui o potencial de todos os demais. Se fôssemos todos mais corajosos e temêssemos menos a possibilidade de sermos perversos, este seria um mundo de menos interdições desnecessárias e de melhor qualidade.
Sim, as limitações supérfl uas são um bloqueio para o fl uxo da evolução tanto quanto as aquisições supérfl uas. Em outras palavras, o muito ambicioso e o pouco ambicioso são ambos daninhos à sociedade. A busca deve ser pela ambição saudável, na medida exata em que pessoa se afasta do conformismo, mas não se aproxima da ganância.
Lidando com o dinheiro
É possível aprender a lidar com o dinheiro para que ele não se transforme em um objetivo em si e nem seja considerado algo de importância menor? Isso é o que os americanos chamam de financial literacy, algo como “alfabetização financeira”, ou desenvolver uma competência pessoal que permite à pessoa lidar bem com o dinheiro, sem supervalorizá-lo nem menosprezá- lo. Às crianças deveríamos, sim, ensinar desde cedo a importância que o “vil metal” – que de vil não tem nada – tem em nossa vida.
Outra boa expressão americana é to make money, ou “fazer dinheiro”, em contraposição a “ganhar dinheiro”, como dizemos por aqui. Afinal, tirando os herdeiros e os sortudos das loterias, todos nós fazemos nosso rico dinheirinho utilizando como matéria prima o empenho e o trabalho – não ganhamos coisa nenhuma.
Esta é uma lição essencial a todas as pessoas, pois o trabalho é o único caminho para produzir as pedras de sal de que precisamos para comprar tudo o que vai atender às nossas necessidades a aos nossos desejos. Quem pensa diferente disso será penalizado, sejam pessoas ou empresas gananciosas que resolvem faturar a partir de operações financeiras e acabam afastando- se de sua verdadeira razão de ser. A última crise financeira mundial, que se espalhou pelo planeta como uma praga de gafanhotos, está aí para provar essa tese.
Não, dinheiro não é tudo, o ser humano é capaz de produzir muito mais que cifrões, valores contábeis e cartas de crédito. Do humano veio a arquitetura, a música, a poesia, a medicina. A questão é que o homem precisa dos algarismos para alcançar seus objetivos maiores e é nesse caminho que ele se perde, confundindo fins com meio, alhos com bugalhos.
O que precisamos é aprender as dimensões de nosso comportamento em que habita o dinheiro. A primeira dimensão é saber ganhar – e isso depende do preparo e do trabalho. A segunda é saber gastar – e aqui entra a lógica, tão simples quanto desprezada, de não se gastar mais do que se ganha. Essas duas dimensões são fundamentais, mas há mais duas, complementares: a dimensão do poupar, pois não sabemos quais surpresas o futuro nos reserva, e a dimensão do investir, que significa aplicar o excedente em algo que fará o dinheiro crescer com o tempo.
O psicólogo estadunidense Frederick Herzberg explicou para as empresas o valor do dinheiro para motivar os funcionários. Ele disse que o salário se encaixa na categoria dos fatores motivacionais que ele chamava de “higiênicos”, porque só são notados quando faltam. “Se a remuneração é justa, não motiva, mas, se não for, desmotiva as pessoas”, disse Herzberg.
A visão do especialista joga luz na importância que o dinheiro tem em nossa vida. Ele não tem o poder de nos garantir a felicidade, mas quando falta, é bem possível que conheçamos a tristeza. Não há como não concordar que dinheiro não é tudo na vida, mas também não é inteligente imaginar que ele é nada.
Mas, como cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém, previna-se, pois nessa antiga dobradinha gente-dinheiro, à qual você também pertence, é preciso definir quem é que vai mandar em quem.
Quando foi inventado, o dinheiro tinha a finalidade de facilitar as trocas. É que, antes de seu surgimento, a única alternativa era o famoso escambo, a prática de trocar um produto ou um serviço por outro. Se um criador de galinhas, por exemplo, precisasse de leite, teria que oferecer ovos ao criador das vacas. A ideia não era má, mas o problema era andar pelo mercado carregando ovos no bolso. Ou, pior, litros de leite.
Então alguém teve a ideia de criar uma espécie de “medida padrão” para todas as coisas, algo que fosse relativamente raro, mas que pudesse ser rapidamente reconhecido e mensurado – como o sal, por exemplo. Durante muito tempo, pedras de sal foram dinheiro. Assim, se 5 litros de leite custavam tanto de sal, o cidadão não precisava levar os ovos, e sim um saquinho cheio de pedrinhas brancas. E essas mesmas pedrinhas poderiam ser trocadas depois por ovos, galinhas, pão, roupas, transporte, moradia ou serviços gerais.
Os empregados, por exemplo, recebiam de seu patrão uma quantidade de sal que lhes permitia atender às necessidades de sobrevivência. Daí a palavra “salário”, que usamos até hoje – e, quando alguma coisa está muito cara, dizemos que seu preço está “muito salgado”. Com o tempo, o sal foi sendo substituído por algo mais prático, como pedrinhas marcadas ou conchas coloridas, só que isso trouxe, claro, a possibilidade da produção indiscriminada dessas unidades de troca. Então alguém teve a ideia de cunhar pedaços de metal, chamados de “moedas”, sob controle das autoridades do Estado – qualquer que ele fosse –, para organizar o valor das coisas e do trabalho de cada um. Da moeda para o papel-moeda, para a conta bancária e para o cartão de crédito foi apenas uma questão de aprimoramento.
Assim, o mundo ficou mais prático. Só que o homem ganhou algo meio difícil de lidar, pois o valor do dinheiro não é só absoluto, é também relativo – o que gera algum desconforto, pois tudo o que é relativo terá grandes variações entre as pessoas, lógico.
Por exemplo: para alguns, o dinheiro vale por seu poder de troca; já para outros, ele é signo de poder. E é aí que reside a confusão, pois, como o valor que as pessoas dão ao dinheiro é tão diferente, não é de se estranhar que tenham surgido confl itos entre elas.
Trocando em miúdos, o dinheiro não é uma coisa boa nem má. O bom e o mau vêm do que é feito com o dinheiro, e não dele mesmo. Até os textos sagrados raciocinam assim. “O amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males”, lemos na Bíblia (1 Timóteo 6:10), que, assim, coloca ordem na casa e desloca o mal do dinheiro em si para o que se faz para obtê-lo e para o que se faz com ele. Mas não se pode negar que há pessoas muito ambiciosas que avaliam os outros por sua capacidade de ganhar dinheiro e que ostentam suas conquistas.
Como conter a ambição? Já vimos que o dinheiro não tem valor em si mesmo, mas vale por aquilo que ele pode proporcionar. Por isso, sua importância é relativizada pelas necessidades e pelos desejos de cada um, o que poderíamos chamar de grau de ambição.
A ambição não é um sentimento ruim, destrutivo, mas pode vir a ser se se transformar em uma obsessão. A ambição pode, inclusive, ser vista como uma espécie de energético existencial, que faz mover as pessoas e o mundo. E não tem uma moral própria – apropria-se da moral do ambicioso, de sua dimensão, de seu próprio propósito e desejo.
Sobre isso, dois livros muito profundos me explicaram alguma coisa. O primeiro é O Capitalismo É Moral?, do filósofo francês André Comte-Sponville, docente da Universidade de Paris. Foi nele ele aprendi que a ambição não é nem moral nem imoral, é amoral.
O autor compara essa qualidade humana com a água que cai das nuvens: “A chuva não é nem boazinha nem malvada, nem moral nem imoral: ela está submetida a leis, a causas, a uma racionalidade imanente que não tem a ver com nossos juízos de valor”.
Em outras palavras, a ambição é tão natural quanto um fenômeno meteorológico; pode ser boa ou ruim, a depender da circunstância, da intensidade e do que fazemos com ela. Só que a ética social lida mais com essa questão, pois valoriza a ambição ao mesmo tempo em que a critica. Como dormir com um barulho desses?
Vamos consultar, então, o segundo livro, A Alma Imoral, do rabino Nilton Bonder, uma sofisticada análise de textos bíblicos e de parábolas judaicas sobre os fatos da vida. Em uma passagem ele conta a história de um homem rico que foi aconselhar-se com um rabino. Logo no início da consulta, quem pergunta é o religioso:
– O que você costuma comer?
– Sou bastante modesto em minhas demandas. Pão, sal e água é tudo do que necessito – respondeu o homem, achando que seria elogiado pela humildade.
– O que você acha que está fazendo?
Deve comer carne e beber vinho como uma pessoa rica [que é].
Mais tarde, os discípulos questionaram a espantosa reação do rabino, que explicou prontamente:
– Até que ele coma carne bovina e beba vinho, não vai compreender que o homem pobre precisa de pão. Enquanto ele se alimentar de pão, vai achar que o pobre pode alimentar-se de pedras. Aquele que não faz uso de todo o potencial de sua vida de alguma maneira diminui o potencial de todos os demais. Se fôssemos todos mais corajosos e temêssemos menos a possibilidade de sermos perversos, este seria um mundo de menos interdições desnecessárias e de melhor qualidade.
Sim, as limitações supérfl uas são um bloqueio para o fl uxo da evolução tanto quanto as aquisições supérfl uas. Em outras palavras, o muito ambicioso e o pouco ambicioso são ambos daninhos à sociedade. A busca deve ser pela ambição saudável, na medida exata em que pessoa se afasta do conformismo, mas não se aproxima da ganância.
Lidando com o dinheiro
É possível aprender a lidar com o dinheiro para que ele não se transforme em um objetivo em si e nem seja considerado algo de importância menor? Isso é o que os americanos chamam de financial literacy, algo como “alfabetização financeira”, ou desenvolver uma competência pessoal que permite à pessoa lidar bem com o dinheiro, sem supervalorizá-lo nem menosprezá- lo. Às crianças deveríamos, sim, ensinar desde cedo a importância que o “vil metal” – que de vil não tem nada – tem em nossa vida.
Outra boa expressão americana é to make money, ou “fazer dinheiro”, em contraposição a “ganhar dinheiro”, como dizemos por aqui. Afinal, tirando os herdeiros e os sortudos das loterias, todos nós fazemos nosso rico dinheirinho utilizando como matéria prima o empenho e o trabalho – não ganhamos coisa nenhuma.
Esta é uma lição essencial a todas as pessoas, pois o trabalho é o único caminho para produzir as pedras de sal de que precisamos para comprar tudo o que vai atender às nossas necessidades a aos nossos desejos. Quem pensa diferente disso será penalizado, sejam pessoas ou empresas gananciosas que resolvem faturar a partir de operações financeiras e acabam afastando- se de sua verdadeira razão de ser. A última crise financeira mundial, que se espalhou pelo planeta como uma praga de gafanhotos, está aí para provar essa tese.
Não, dinheiro não é tudo, o ser humano é capaz de produzir muito mais que cifrões, valores contábeis e cartas de crédito. Do humano veio a arquitetura, a música, a poesia, a medicina. A questão é que o homem precisa dos algarismos para alcançar seus objetivos maiores e é nesse caminho que ele se perde, confundindo fins com meio, alhos com bugalhos.
O que precisamos é aprender as dimensões de nosso comportamento em que habita o dinheiro. A primeira dimensão é saber ganhar – e isso depende do preparo e do trabalho. A segunda é saber gastar – e aqui entra a lógica, tão simples quanto desprezada, de não se gastar mais do que se ganha. Essas duas dimensões são fundamentais, mas há mais duas, complementares: a dimensão do poupar, pois não sabemos quais surpresas o futuro nos reserva, e a dimensão do investir, que significa aplicar o excedente em algo que fará o dinheiro crescer com o tempo.
O psicólogo estadunidense Frederick Herzberg explicou para as empresas o valor do dinheiro para motivar os funcionários. Ele disse que o salário se encaixa na categoria dos fatores motivacionais que ele chamava de “higiênicos”, porque só são notados quando faltam. “Se a remuneração é justa, não motiva, mas, se não for, desmotiva as pessoas”, disse Herzberg.
A visão do especialista joga luz na importância que o dinheiro tem em nossa vida. Ele não tem o poder de nos garantir a felicidade, mas quando falta, é bem possível que conheçamos a tristeza. Não há como não concordar que dinheiro não é tudo na vida, mas também não é inteligente imaginar que ele é nada.
Mas, como cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém, previna-se, pois nessa antiga dobradinha gente-dinheiro, à qual você também pertence, é preciso definir quem é que vai mandar em quem.
Você se acha esperto?
Se tem uma coisa que atrapalha a vida de todo mundo, é a necessidade de ser esperto..
Vamos combinar, ninguém é esperto o tempo todo, se conseguir isso sem puxar o tapete de ninguém, muito de vez em quando já é grande lucro..
Quanto a ter atitude, que eu não considero ser esperto, é agir confiantemente, se você se sentir seguro dos seus argumentos, se sentir seguro da sua importância , fica mais fácil a vida, obter respeito, merecer amor..
Se sentir seguro é se respeitar, é confiar em você mesmo, é admitir que pode errar de vez em quando, ter a capacidade de se perdoar, da mesma forma que é capaz de perdoar o outro, o amigo, na sua fragilidade, na sua intenção de fazer as coisas certas de forma ética e justa..
Parece complicado, mas não é, olhe-se, avalie-se, sinta a sua importância, faça de você uma pessoa interessante, acredite em você, empine o nariz, peito pra frente (barriguinha pra dentro e vá embora, que viver é o máximo!, e tem espaço pra todo mundo!
Ninguém é mais esperto que ninguém.
Vamos combinar, ninguém é esperto o tempo todo, se conseguir isso sem puxar o tapete de ninguém, muito de vez em quando já é grande lucro..
Quanto a ter atitude, que eu não considero ser esperto, é agir confiantemente, se você se sentir seguro dos seus argumentos, se sentir seguro da sua importância , fica mais fácil a vida, obter respeito, merecer amor..
Se sentir seguro é se respeitar, é confiar em você mesmo, é admitir que pode errar de vez em quando, ter a capacidade de se perdoar, da mesma forma que é capaz de perdoar o outro, o amigo, na sua fragilidade, na sua intenção de fazer as coisas certas de forma ética e justa..
Parece complicado, mas não é, olhe-se, avalie-se, sinta a sua importância, faça de você uma pessoa interessante, acredite em você, empine o nariz, peito pra frente (barriguinha pra dentro e vá embora, que viver é o máximo!, e tem espaço pra todo mundo!
Ninguém é mais esperto que ninguém.
DILMA SOBE E TUCANOS SE ARREPIAM

O empate técnico entre Dilma Rousseff e José Serra, embora no conjunto (com Ciro Gomes na parada) o governador dos paulistas ainda ganharia em primeiro turno, é uma consequência de diversos fatos somados, que beneficiaram a ministra e prejudicaram o governador. Ainda não significa nada, mas demonstra o que antes se discutia a larga: o fator Lula com transferidor de votos. Ele transfere, sim. Dilma saiu do zero, é invenção do presidente. De outro modo, os tucanos tinham razão em espernear. A precipitação da campanha, com Dilma em palanque ao lado de Luiz Inácio, e Serra engessado no governo de SP faz também diferença. Dois outros pontos a refletir: a agonia do governador com as inundações e mortes em seu estado e a presença de Ciro Gomes na corrida, bagunçando o coreto. Ciro é Lula. Sua esperança era a de se tornar mais viável do que Dilma na disputa pelo voto. Vai perder e chegará ao ponto de ter que desistir, com a sua candidatura desidratada, em queda livre. Por ora, a sua presença na campanha (que é ilegal) ajuda o Palácio, mas chegará um momento que prejudicará. O deputado cearense estará no ar, em programa da Justiça Eleitoral, no dia 18. Para bater em Serra, em discurso ferino, porque esta é a sua missão. Será ele quem sujará as mãos, porque as de Dilma estão protegidas por luvas. No próximo mês, José Serra deverá, a princípio, se desincompatibilizar do governo e ir para a guerra, o que deve lhe transferir oxigênio. De mais a mais, duas incógnitas: 1- o governador poderá permanecer onde está e se reeleger em SP; 2- Aécio Neves poderá mudar o quadro se aceitar ser vice. Ele diz que não.
Criança morre e quatro ficam feridos em acidente em Caturama
Redação CORREIO
Um acidente ocorrido na tarde de segunda-feira (1º), em Caturama, no Centro Sul baiano, provocou a morte de uma criança de 3 anos e deixou quatro pessoas feridas. O motorista de um veículo, que transportava seis pessoas, tentou fazer uma ultrapassagem, próximo ao povoado de Nova Feira, mas o veículo capotou.
Segundo informações da TV Sudoeste, o motorista tentou desviar de um carro que seguia no sentido contrário da pista e depois de frear, acabou capotando. Nágila Jesus Meira, de 3 anos, morreu na hora. Os outros quatro passageiros, que ficaram feridos, estão internados em um Hospital de Paramirim e não correm risco de morte.
Um acidente ocorrido na tarde de segunda-feira (1º), em Caturama, no Centro Sul baiano, provocou a morte de uma criança de 3 anos e deixou quatro pessoas feridas. O motorista de um veículo, que transportava seis pessoas, tentou fazer uma ultrapassagem, próximo ao povoado de Nova Feira, mas o veículo capotou.
Segundo informações da TV Sudoeste, o motorista tentou desviar de um carro que seguia no sentido contrário da pista e depois de frear, acabou capotando. Nágila Jesus Meira, de 3 anos, morreu na hora. Os outros quatro passageiros, que ficaram feridos, estão internados em um Hospital de Paramirim e não correm risco de morte.
Festa de Iemanjá provoca congestionamentos em avenidas de Salvador
Os festejos em homenagem à rainha do Mar estão provocando congestionamentos em diversos pontos da capital baiana. Segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), o tráfego de veículo está lento na região da Lucaia e, por teste motivo, os reflexos já chegam ao Posto II, na Avenida Paralela. Devido à lentidão na ACM, muitos motoristas estão optando pela Avenida Bonocô, que também já está congestionada.
Governador abre a Campanha de Vacinação Contra a Meningite C
O governador Jaques Wagner e o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, participam amanha(3) da abertura da Campanha de Vacinação Contra a Meningite C, que acontece às 8h, no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), no Ambulatório Magalhães Netto, anexo ao Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes). A campanha abrange inicialmente Salvador e região metropolitana, num total de 16 municípios.
A vacina contra a meningite C será administrada em crianças de dois meses a quatro anos e 11 meses de idade, grupo que corre o maior risco de adoecer e morrer. As crianças menores de um ano receberão duas doses da vacina, com reforço entre 12 e 24 meses. Já as crianças maiores de um ano recebem dose única da vacina. A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) adquiriu 1,5 milhão de doses, totalizando um investimento, somente com a aquisição das vacinas, de R$ 30 milhões.
A vacina contra a meningite C será administrada em crianças de dois meses a quatro anos e 11 meses de idade, grupo que corre o maior risco de adoecer e morrer. As crianças menores de um ano receberão duas doses da vacina, com reforço entre 12 e 24 meses. Já as crianças maiores de um ano recebem dose única da vacina. A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) adquiriu 1,5 milhão de doses, totalizando um investimento, somente com a aquisição das vacinas, de R$ 30 milhões.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Polícia apreende 4.400 doses de LSD em Salvador
Policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) apreenderam 4.400 doses de LSD, na última sexta-feira (29), em Salvador. A informação foi divulgada na tarde desta segunda pela Polícia Civil. Três pessoas foram presas em flagrante: Elizeu Gusmão de Oliveira, Victor Carneiro da Silva e o uruguaio Pedro Hugo Tortero Solare.
De acordo com a polícia, o grupo já estava sendo investigado há mais de um mês. Os agentes encontram a primeira parte da droga em um imóvel na Barra. Uma pessoa foi presas e indicou outros dois pontos de comercialização do produto, um no Rio Vermelho e outro na Praia do Flamengo.
De acordo com a polícia, o grupo já estava sendo investigado há mais de um mês. Os agentes encontram a primeira parte da droga em um imóvel na Barra. Uma pessoa foi presas e indicou outros dois pontos de comercialização do produto, um no Rio Vermelho e outro na Praia do Flamengo.
Vexame
Isto mesmo o esporte clube Bahia depois de ser derrotado pelo vitória por 2x0 ficou desorientado, empatou com o madre deus, e ontem deixou bem claro que continua sem direção, deu vexame e foi derrotado pelo xará do interior( Bahia De feira) por 5x3.
O dia e ontem vai ficar na historia, pois nenhum time do interior havia goleado um time da capital.
A minha opinião continua a mesma com relação ao elenco tricolor.
Edilson não vai para lugar algum, hoje ele é só marketing, e a diretoria deve contratar um novo técnico e procurar um centro avante igual à bruninho, que joga por amor, e não tem nem uma bicicleta.
O dia e ontem vai ficar na historia, pois nenhum time do interior havia goleado um time da capital.
A minha opinião continua a mesma com relação ao elenco tricolor.
Edilson não vai para lugar algum, hoje ele é só marketing, e a diretoria deve contratar um novo técnico e procurar um centro avante igual à bruninho, que joga por amor, e não tem nem uma bicicleta.
Absurdo
O advogado que defende o policial Evaristo Santana Filho que matou a mulher, declarou a imprensa em defesa do cliente que foi preso por um mandato de prisão preventiva “o meu cliente foi tirado à força, ele se apresentou espontaneamente, ele pertence a um grupo de elite da Policia Civil, tem endereço fixo, é réu primário, os colegas de trabalho acham ele um homem equilibrado, é um funcionário público, preenche todos os requisitos que a justiça pede, a prisão é injusta.
Sabemos que o papel do advogado é defender seus clientes, mas se fosse um parente ou Irma desse advogado, o que ele faria? Mudaria o discurso? ou arrumava outra Irma para casar com o policial?
Sabemos que o papel do advogado é defender seus clientes, mas se fosse um parente ou Irma desse advogado, o que ele faria? Mudaria o discurso? ou arrumava outra Irma para casar com o policial?
Candeias: Dengue a Solta
A população de Candeias não sabe mais o que esperar: quando imaginam que já viram de tudo,como o caso da falecida que fez a doação para Prefeita Maria Maia, eis que aparece mais alguma coisa.
A Prefeitura Municipal de Candeias, por meio da Secretaria de Saúde, dispensou os serviços dos 128 agentes de combate às endemias que cuidavam de zelar pela saúde de todo o município.
Os agentes de saúde saíram do bairro Dom Avelar em protesto pelas ruas cobrando os salários a Prefeita Maria maia (PMDB).
É assim que o ministro Geddel quer governar a Bahia, aceitando pessoas assim como a Prefeita Maria Maia sem caráter e personalidade no PMDB?
O povo não é burro, abra o olho Prefeita Maria Maia.
A Prefeitura Municipal de Candeias, por meio da Secretaria de Saúde, dispensou os serviços dos 128 agentes de combate às endemias que cuidavam de zelar pela saúde de todo o município.
Os agentes de saúde saíram do bairro Dom Avelar em protesto pelas ruas cobrando os salários a Prefeita Maria maia (PMDB).
É assim que o ministro Geddel quer governar a Bahia, aceitando pessoas assim como a Prefeita Maria Maia sem caráter e personalidade no PMDB?
O povo não é burro, abra o olho Prefeita Maria Maia.
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